domingo, 31 de julho de 2011

Jhonny'Domingos.

Quando meu coração fica assim como está hoje (bem apertadinho, parece que vai sumir) eu choro. Não de dor, mas por não saber o motivo da sua aflição.
Quando meus olhos ofuscam para algo que deveria enxergar com perfeição, eu choro. Não por não poder ver, mas por não poder associar o amável ao amado.
Quando meu corpo dói, assim como o coração na hora de uma despedida de quem se ama. Eu choro. Não pela dor árdua, mas por saber que ninguém pode me ajudar.
Quando meus pés cansam e eu paro, eu choro. Não pela desistência, mas por descobrir que o que me motivou no começo, não era tão forte quanto o pensado.
Mas aí eu paro, penso em tudo que sou.
Em tudo o que sou quando estou com você:
Descubro que tenho um coração de tamanho infinito por te amar, e que minha preocupação era algo supérfluo.
Descubro que mesmo com meus olhos ofuscados, posso despertar o restante dos meus sentidos, assim como os ativos todos em um só toque em seu corpo.
Que nem a dor mais árdua, que é capaz de deixar o paciente desesperado a ponto de negar ajuda. Pode derrubar o interesse de reforço de um verdadeiro amigo.
Que nem as lágrimas de uma pessoa, assim como as minhas ao escrever algo como essa mensagem, são capazes de destruir a motivação que a mente abala a cada instante da caminhada.
E por tudo que sou por tudo que descubro ao ter você comigo, eu choro. Não de alegria, mas de uma verdadeira felicidade plena ao saber que tenho um amigo.

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