quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Tecendo um saber

Todos querem ser grandes. Desde crianças, brincamos de “gente grande”. 
Fantasiamos o herói, o empresário, ou personagem da Tv. Ansiamos por crescer. 
E crescemos. Entretanto, um dos equívocos de nossa geração sobre esse assunto é valorizar mais reputação do que caráter. A reputação é o que dizem de mim. O caráter é o que eu sou. Reputação é O QUE uma pessoa fez: seus empreendimentos, suas conquistas, etc. Isso é fama.  O caráter é COMO essa pessoa conseguiu chegar lá.

William Hershey Davis disse:
“Reputação é o que se supõe que você seja; Caráter é o que você é. Reputação é feita em um momento; Caráter é construído por toda a vida. Reputação cresce como um cogumelo; Caráter cresce como um carvalho. Uma única reportagem faz sua reputação; Toda uma vida de labuta faz seu caráter. Reputação faz alguém rico ou pobre; Caráter te faz feliz ou miserável. Reputação é o que homens dizem sobre você em sua lápide; Caráter é o que anjos dizem sobre você diante do trono de Deus.” 
Não nascemos com caráter. Nós o conquistamos através dos valores que escolhemos para viver. Um velho ditado nos ensina sobre a formação do caráter. Veja como tudo tem a ver com valores e práticas: “Plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito, plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino”. Outro aspecto essencial da grandeza são as relações interpessoais. Jamais conseguiremos ser grandes sem fazer grandes amigos ou viver um grande amor. As relações são mais importantes que os bens. Os filhos podem até ser agradecidos pelos bens que deixamos, mas o que de fato marcará suas vidas é a maneira que nos relacionamos com eles.

Nenhum comentário:

Postar um comentário